O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antonio Brasileiro
Foi Antonio Brasileiro
Quem soprou esta toada
Que cobri de redondilhas
Pra seguir minha jornada
E com a vista enevoada
Ver o inferno e maravilhas
Nessas tortuosas trilhas
A viola me redime
Creia, ilustre cavalheiro
Contra fel, moléstia, crime
Use Dorival Caymmi
Vá de Jackson do Pandeiro
Vi cidades, vi dinheiro
Bandoleiros, vi hospícios
Moças feito passarinho
Avoando de edifícios
Fume Ari, cheire Vinícius
Beba Nelson Cavaquinho
Para um coração mesquinho
Contra a solidão agreste
Luiz Gonzaga é tiro certo
Pixinguinha é inconteste
Tome Noel, Cartola, Orestes
Caetano e João Gilberto
Viva Erasmo, Ben, Roberto
Gil e Hermeto, palmas para
Todos os instrumentistas
Salve Edu, Bituca, Nara
Gal, Bethania, Rita, Clara
Evoé, jovens à vista
O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro
Postado por Maria Carolina Coteco
segunda-feira, 2 de maio de 2011
MULHERES / ARTISTA E BRASILEIRAS
DILMA e OBAMA visitam exposição " MULHERES/ ARTISTA E BRASILEIRAS

A convite da presidenta Dilma Rousseff, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a primeira-dama Michelle, visitaram a exposição “Mulheres, Artistas e Brasileiras”, no Salão Oeste do Palácio do Planalto. O Blog do Planalto traz para os internautas imagens da visita.
No espaço da exposição, a presidenta Dilma explicou ao casal Obama o motivo da mostra. Segundo Dilma Rousseff, o evento marca o mês da mulher. Obama e Michelle ficaram encantados com a montagem e a primeira-dama americana mostrou interesse no ‘Autorretrato’, de Tarsila do Amaral.
A obra Abaporu, de Tarsila do Amaral, é a peça de maior destaque desta exposição. A obra também foi apresentada ao casal Obama. Neste momento da visita, a presidenta contou do movimento da Semana de Arte Moderna, ocorrido em 1922
Presidenta Dilma Rousseff e casal Obama posam ao lado do quadra Abaporu, de Tarsila do Amaral, na exposição Mulheres, artistas e brasileiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Referencia: http://blog.planalto.gov.br/ao-vivo-dilma-e-obama-visitam-exposicao-mulheres-artistas-e-brasileiras/
A convite da presidenta Dilma Rousseff, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a primeira-dama Michelle, visitaram a exposição “Mulheres, Artistas e Brasileiras”, no Salão Oeste do Palácio do Planalto. O Blog do Planalto traz para os internautas imagens da visita.
No espaço da exposição, a presidenta Dilma explicou ao casal Obama o motivo da mostra. Segundo Dilma Rousseff, o evento marca o mês da mulher. Obama e Michelle ficaram encantados com a montagem e a primeira-dama americana mostrou interesse no ‘Autorretrato’, de Tarsila do Amaral.
A obra Abaporu, de Tarsila do Amaral, é a peça de maior destaque desta exposição. A obra também foi apresentada ao casal Obama. Neste momento da visita, a presidenta contou do movimento da Semana de Arte Moderna, ocorrido em 1922
Presidenta Dilma Rousseff e casal Obama posam ao lado do quadra Abaporu, de Tarsila do Amaral, na exposição Mulheres, artistas e brasileiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Referencia: http://blog.planalto.gov.br/ao-vivo-dilma-e-obama-visitam-exposicao-mulheres-artistas-e-brasileiras/
terça-feira, 19 de abril de 2011
PRETA GIL SOFRE PRECONCEITO
Os filhos do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) foram ao Twitter na manhã desta terça-feira para defender os comentários feitos por ele no "CQC", da Band. Preta Gil quer processar deputado por comentário racista
No programa, Bolsonaro respondia a uma série de perguntas sobre ditadura e preconceito contra gays e negros. Quando questionado pela cantora Preta Gil sobre como ele agiria caso seu filho se apaixonasse por uma negra, o deputado disse não se preocupar com isso. "Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu", respondeu o deputado na TV.
Após o programa, Preta Gil disse via Twitter que pretende processar Bolsanaro. "Em função das várias mensagens enviadas à família Bolsonaro baseadas num mal entendido, cabe aqui o esclarecimento. O deputado Bolsonaro entendeu errado a pergunta 'se seu filho namorasse uma negra', o próprio [apresentador do 'CQC'] Marcelo Tas comenta depois supondo isso. Bolsonaro não é racista nem homofóbico, é apenas contrário às cotas raciais e à apologia ao homossexualismo", escreveu o deputado estadual Flavio Bolsonaro no Twitter. "Preta Gil discutindo valores é algo humorístico! Nunca fomos racistas e sim contra cotas. Um abraço pai! Aprendemos que somos todos iguais. Querem criar o factóide do racismo por que é mais fácil agir assim! Obrigado pela coerência Marcelo Tas. Meu pai nos ensinou a respeitar a todos independente da cor. Os ditadores do homossexualismo e das cotas tentam mais uma vez criar um factóide!", diz a mensagem publicada pelo vereador Carlos Bolsonaro no microblog.
LUCIANO HUCK
Algumas celebridades se manifestaram sobre o caso no microblog.
O apresentador da Globo Luciano Huck escreveu o seguinte recado para Preta: "Feliz um país que tem alguém como você como cidadã. Lamento por aqueles que votaram neste infeliz que esta onde não deveria estar". O estilista CarlosTufvesson também postou uma mensagem de solidariedade a Preta. "Nós cidadãos de bem não podemos aceitar qualquer forma de preconceito seja o racismo, a homofobia. Tolerância ZERO para o preconceito!"
quinta-feira, 31 de março de 2011
Cinema Negro
O cinema brasileiro conta com um elenco soberbo de atores. Desde os primórdios de nossa cinematografia até os dias de hoje, astros e estrelas deixaram seus nomes gravados na “calçada da fama” do cinema nacional. Entre eles, diversos atores negros. Nomes como Grande Otelo, Ruth de Souza, Milton Gonçalves, Zezé Motta, Eliezer Gomes, Lázaro Ramos e Léa Garcia estão, incontestavelmente, no rol dos mais talentosos do nosso cinema.
Atores, claro, são profissionais da arte dramática independente da cor de sua pele. Um bom ator é um bom ator e pronto, nada importando se é branco, mestiço ou negro, certo? Bem, esta parece ser uma conclusão óbvia e, na verdade, é. O problema reside em outra esfera, muito mais complexa do que a simples avaliação dos dotes artísticos de alguém.
segunda-feira, 21 de março de 2011
VALE A PENA CONFERIR
Sinopse: O livro reúne artigos previamente publicados, desde 1998 em periódicos especializados. Trata-se de leitura importante não apenas para os que se interessam pela candente questão da racialização do Brasil, mas também, por todos os que desejam estudar as múltiplas conexões entre conhecimento científico e sociedade no contexto brasileiro.
sábado, 19 de março de 2011
Miscigenação é o tema do blog, e a minha missão é fazer o meu primeiro pots. Pensei no que postar ou em no que escrever e de qual forma escrever. Não sei, a dúvida paira eu digito eu apago e nada saí...
Então, por conta e risco, vou escrever e falar o que realmente penso sobre este assunto!
Somos uma mistura poética de almas misturadas que deu origem ao um Brasil de diversidade de cores, música, cultura e sabores. Pouco me importa a classificação das cores branco, preto ou amarela ou vertente que isso nos leva. Pois somos a própria miscigenação de uma herança de amor que ao longo da história entre batucadas e gingadas, tradições, sofrimentos e conquistas se transformou em Brasil coração de uma nação! A minha nação!
Por Lilian Araujo
segunda-feira, 14 de março de 2011
Miscigenação
Não existe na atualidade nenhum grupo humano racialmente puro. As populações contemporâneas são o resultado de um prolongado processo de miscigenação, cuja intensidade variou ao longo do tempo.
Miscigenação é o cruzamento de raças humanas diferentes. Desse processo, também chamado mestiçagem ou caldeamento, pode-se dizer que caracteriza a evolução do homem. Mestiço é o indivíduo nascido de pais de raças diferentes, ou seja, apresentam constituições genéticas diferentes.
Esses conceitos, porém, são ambíguos, como o próprio conceito de raça. O filho de um alemão e uma sueca, por exemplo, não é considerado mestiço, mas sim alemão ou sueco, conforme o meio em que ocorrer sua socialização. O filho de um alemão e uma vietnamita, ao contrário, será considerado mestiço (eurasiano), seja qual for o meio em que se der sua integração. Popularmente, considera-se miscigenação a união entre brancos e negros, brancos e amarelos, e entre amarelos e negros, ou seja, os grandes grupos de cor em que se divide a espécie humana e que, na concepção popular, são tidos como "raças". Brancos, negros e amarelos, no entanto, não constituem raças no sentido biológico, mas grupos humanos de significado sociológico que o senso comum identifica por um traço peculiar -- no caso, a cor da pele.
ARAUJO, Priscila Mota de.Os povos no Brasil: miscigenação.Disponível em: http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/os-povos-no-brasil-miscigenacao.
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